É fundamental informar, sensibilizar e consciencializar não só as entidades públicas e as infraestruturas críticas, mas também as empresas e a sociedade civil e sobretudo os estudantes, as crianças que sempre conheceram o mundo ligado à Internet. Por outro lado, importa que o país se dote de recursos humanos qualificados para lidar com os complexos desafios da segurança do ciberespaço.
Conceitos gerais:
- cibersegurança - é a prática que protege computadores e servidores, dispositivos móveis, sistemas electrónicos, redes e dados de ataques maliciosos.
- ciberdefesa - engloba as actividades de monitorização, prevenção e resposta às ameaças que ponham em risco a segurança das pessoas.
- privacidade - é o direito à reserva de informações pessoais e da própria vida privada que todos os cidadãos do mundo devem ter. Além disso, a privacidade poderá também ser entendida como o direito de controlar o quão exposta e disponível está a informação sobre cada cidadão.
Dispositivos em risco:
- Computadores
- Tablets
- Smartphones
- Consolas de jogos
- Outros dispositivos conectáveis à Internet (smartwatch, casas inteligentes)
Onde pode ocorrer:
- na escola
- em casa
- no trabalho
- na rua (com dispositivos móveis)
Em primeiro lugar, tu és o primeiro elemento de defesa, ao não consultares websites de risco, ao não deixares dispositivos sem protecção de uma password, ao não usares passwords fracas ou forneceres dados pessoais a pessoas estranhas.
Se não conseguires resolver a situação sozinho, pede a ajuda de um adulto, por exemplo de um professor, dos teus pais ou de um especialista em informática.
Organizações que trabalham em prol da cibersegurança:
- Centro nacional de Cibersegurança (PORTUGAL)
- Agência Europeia para a segurança da informação (EUROPA)
Se conheceres uma falha de segurança de uma aplicação, de um website ou outra que esteja conectada à Internet, como por exemplo vírus ou um ataque de cyberbulling podes aceder ao website do Centro nacional de Cibersegurança e reportar o incidente. Estes incidentes podem dividir-se em oito categorias (segundo o CNCS):
O Centro Nacional de Cibersegurança desenvolveu uma ferramenta muito interessante - Webcheck - que analisa a segurança de um website em vários aspectos. Vale a pena experimentar:
Segundo os especialistas em segurança informática, há vários tipos de análise que podem ser efectuadas com a finalidade de verificarem se o dispositivo ou a aplicação informática está de facto segura.
Entre as vulnerabilidades, quanto risco que elas acarretam para a organização ou para o individuo, podem-se dividir em:
Julgo que, com estes esclarecimentos básicos podes começar a ser um cidadão ciberseguro e tornar a tua escola e a tua casa mais segura também.






Sem comentários:
Enviar um comentário
Comentários sobre as aulas de TIC